
A Promessa de Timor-Leste
Uma nação jovem, uma cultura antiga e alguns dos últimos recifes intactos da Terra. Eis como pedimos a cada visitante que ajude a mantê-lo assim.
Como hóspede de Timor-Leste, faço esta promessa ao seu povo e à sua terra.
- Pisarei com cuidado nos recifes e nas praias, e levarei apenas fotografias.
- Honrarei o que é sagrado: as uma lulik, as cerimónias, os costumes do tara bandu.
- Pedirei licença antes de fotografar, e escutarei antes de falar.
- Levarei o meu lixo comigo, sobretudo das ilhas.
- Percorrerei as estradas de montanha com paciência e cuidado.
- Gastarei com mãos locais: guias, tecelãs, cozinheiros e famílias.
Deixarei Timor-Leste como o encontrei: intacto e orgulhoso.
Uma promessa ao povo e à terra de Timor-Leste
Seis formas de viajar com cuidado
Pequenas escolhas protegem o que torna Timor-Leste extraordinário. Estas são as que mais importam.
Proteja o recife
A Ilha de Ataúro tem a maior diversidade de peixes de recife alguma vez registada, verificada pela Conservation International. Nunca toque, pise nem recolha coral, e proteja-se primeiro com roupa e sombra; se precisar de protetor solar, escolha um mineral resistente à água e aplique-o bem antes de entrar na água.
Honre o sagrado
As uma lulik (casas sagradas), as cerimónias e a lei costumeira tara bandu são tradições vivas, não atrações. Peça autorização antes de entrar ou fotografar, e siga a orientação do seu anfitrião.
Não deixe rasto
A recolha de lixo é limitada e, em Ataúro e Jaco, é quase inexistente. Leve o seu lixo de volta para o continente e recuse plástico de uso único sempre que puder.
Viaje devagar
As estradas são sinuosas, belas e ainda em desenvolvimento. Conduza devagar, dê passagem a pessoas e animais, e reserve tempo extra em cada viagem em vez de a apressar.
Gaste com mãos locais
Contrate guias timorenses, coma nos kios locais — pequenos restaurantes familiares —, e compre tais diretamente das tecelãs. Quanto mais o seu dinheiro fica na comunidade, mais o turismo retribui.
Mantenha Jaco sagrada
A Ilha de Jaco é sagrada para os timorenses. Ninguém pernoita. Visite-a durante o dia, não leve nada, e deixe a ilha aos espíritos, como fizeram as gerações antes de si.
